"EU PODERIA VIVER PRESO NUMA CASCA DE NOZ E ME SENTIR REI DE ESPAÇOS INFINITOS, SE NAO FOSSEM OS MAUS SONHOS QUE TENHO..." (Hamlet,Shakespeare)
"Ele me dizia que ali,poderia ter algo de novo,mas,elas nao acreditavam.Entendiamos somente que aquilo deveria ser rapido,indelicado e talvez um pouco prazeroso.Seguiamos a ele e as vezes nos detiamos,porque ele nao tinha linguagem e portanto nao tinha pensamentos.Era uma especie de saciedade e eternidade para todos,mas somente para mim mesma havia algo que acrescentar de dor.Nada poderia ser mais alem daquilo que viamos,...O que tinhamos para nòs nos bastava,e ademas eu era a imagem da nossa propria confusao.,e isso satisfazia a todos,aparentemente pelo menos...Nos sentiamos totalmente independentes,tentando ao maximo nao nos involucrar umas com as outras,eu particularmente resistia , ao meu ver resistia mais que eles,e ai entao a mim se acrescentava a dor.Sem querer pensar nisso,fingindo,eu olhava para cima,ao mesmo tempo em que o coordenar ficava cada vez mais complexo,eu movia meu braço para toca-las e faze-las sentir os galhos e o caminho,era talvez util pra todos nos estar ahi, mas a cada parada eu me arrependia do constante esforço e do que me implicava as sofridas palavras que ele balbuciava,estalava o mundo e mais uma vez ele furou o plastico, o meu plastico,com a ponta do seu cigarro acesa,ate doer ele furou,e ninguem nao poderia , nem ousaria dizer nada,nao fazia diferença pra elas, talvez tampouco para mim,se nao fosse a dor, a minha dor....Continua....
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