«Mas ainda sou o mesmo, sempre fui, eles é que não sabiam. Se me sinto assim lúcido, e até superlúcido, é que apenas estou para morrer, sempre estive, desde que nasci - e, como dizem ocorrer com o afogado, sou capaz de ver dentro de mim mais do que fora de mim: o passado, o presente e o futuro como se fossem um só minuto, um só minuto dentro da eternidade.»
(Campos de Carvalho)


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